4 de maio de 2015

MANIFESTO DE REPÚDIO AO DECRETO LEGISLATIVO QUE INVIABILIZA O INGRESSO DE CUBANOS AO PMM

Conforme solicitação dos secretários municipais de saúde do Rio Grande do Norte, durante a 192ª reunião ordinária do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN), ocorrida em 15 de maio - no Praiamar Hotel, na capital potiguar - foi produzido o Manifesto de Repúdio ao Projeto de Decreto Legislativo (PDS 33/2015) de autoria dos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

O PDS 33/2015 tem o intuito de anular o  termo de ajuste de cooperação técnica, firmado entre o Brasil e a Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e, assim, inviabilizar o ingresso de profissionais cubanos ao Programa Mais Médicos (PMM).

Para a presidente do Cosems-RN, Débora Costa, “o Colegiado entende que esse Projeto demonstra o profundo desconhecimento dos senadores sobre a construção e legalidade do PMM, como também, sobre o desligamento de aproximadamente 11 mil médicos que atualmente preenchem os vazios assistências existentes na saúde pública brasileira”.

“Fica registrado pelos gestores municipais de saúde do estado, a indignação em termos no Senado Federal, políticos sem comprometimento com a população usuária do SUS”, finalizou Débora Costa.Conforme solicitação dos secretários municipais de saúde do Rio Grande do Norte, durante a 192ª reunião ordinária do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN), ocorrida em 15 de maio - no Praiamar Hotel, na capital potiguar - foi produzido o Manifesto de Repúdio ao Projeto de Decreto Legislativo (PDS 33/2015) de autoria dos senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

O PDS 33/2015 tem o intuito de anular o  termo de ajuste de cooperação técnica, firmado entre o Brasil e a Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e, assim, inviabilizar o ingresso de profissionais cubanos ao Programa Mais Médicos (PMM).

Para a presidente do Cosems-RN, Débora Costa, “o Colegiado entende que esse Projeto demonstra o profundo desconhecimento dos senadores sobre a construção e legalidade do PMM, como também, sobre o desligamento de aproximadamente 11 mil médicos que atualmente preenchem os vazios assistências existentes na saúde pública brasileira”.

“Fica registrado pelos gestores municipais de saúde do estado, a indignação em termos no Senado Federal, políticos sem comprometimento com a população usuária do SUS”, finalizou Débora Costa.

Texto na íntegra: AQUI