27 de novembro de 2015

Nada poderá apagar o brilho da vereadora Kátia Sena‏

Política e Poder - por Jefferson Lázaro
jeffersonlazaro@hotmail.com

No texto da semana passada, denunciei a tentativa de plágio, por parte do prefeito de Macaíba, em relação ao trabalho da vereadora Katia Sena.

É do conhecimento de todos que Kátia Sena, desde 2013, vem lutando, veementemente, por melhorias na segurança pública da cidade. Particularmente, tenho acompanhado todo o trabalho da vereadora nesse período.

Lembro-me perfeitamente que, em seus pronunciamentos na Câmara, Kátia Sena sempre enfatizou a importância das chamadas “ações integradas” como o caminho para a redução dos altos índices de criminalidade no munícipio. “Uma ação isolada não resolverá o problema. Não será, unicamente, o aumento do efetivo policial ou a implantação do sistema de vídeo-monitoramento ou, ainda, a implantação de Bases Integradas Cidadãs, as chamadas BICs, que resolverá o problema da insegurança, mas a implantação do conjunto dessas ações”, dizia a vereadora. A luta de Kátia pela segurança pública na cidade de Macaíba é inquestionável. Ao tentar apagar o trabalho da vereadora, o prefeito de Macaíba agiu de forma estúpida.

Aliás, é importante lembrar que esse cidadão chamado Fernando Cunha, que mandou seus capangas espalharem pelos quatro cantos da cidade que o sistema de vídeo-monitoramento era um projeto da Prefeitura - como se Kátia Sena sequer existisse -, sempre foi contra a instalação das câmeras de monitoramento. Não porque ele achava que o projeto era ruim. Pelo contrário, Fernando Cunha sempre soube que o projeto era bom. Por qual motivo, então, ele não executou o projeto desde o ano de 2013, quando, em seu primeiro ano de mandato, houve a primeira audiência pública para tratar a questão da insegurança na cidade?

A resposta para esta pergunta está na forma prepotente e arrogante como Fernando Cunha trata os seus adversários políticos:

Ele não executou o projeto desde 2013, porque era um projeto da vereadora Kátia Sena, ou seja, da oposição

Entenda-se: Fernando Cunha nunca quis executar a instalação das câmeras de segurança por se tratar de um projeto de uma vereadora da posição, e não porque o projeto era ruim ou inviável ou que a Prefeitura não dispunha de recursos para isso.

O fato é que o médico não queria dar o braço a torcer. Nenhum projeto da vereadora, por melhor que fosse, poderia ser aprovado. O boicote deveria ser total. Esse seria o preço que a vereadora teria de pagar por ousar afrontar o prefeito. É assim que Fernando Cunha age. Mesmo prejudicando o povo, para ele só interessa sua conta bancária.

Apesar de tudo, o prefeito não contava com a insistência da vereadora. Kátia Sena foi incansável. Ela não desistiu em momento algum. Além de duas audiências públicas realizadas e dos diversos clamores nas sessões da Câmara, ela provou que, se o projeto era possível para outras cidades, também era para Macaíba. Ela saiu às ruas. Visitou a zona rural e urbana da cidade e recolheu mais de quatro mil assinaturas para o abaixo-assinado sobre segurança. Além disso, os comerciantes de Macaíba, cansados da omissão do prefeito, resolveram entrar na luta pela implantação do projeto. O prefeito ficou sem escolha. Ele não podia com o povo e com os comerciantes ao mesmo tempo.

Diante dessa situação, o que Fernando Cunha resolveu fazer?

Primeiramente, implantar o projeto o mais rápido possível apenas com recursos da Prefeitura. Isso já resolveria o problema para o prefeito. No entanto, ele foi ganancioso. Foi inventar de dizer que o projeto era da Prefeitura sem fazer jus ao alguma ao trabalho excepcional de Kátia Sena. Com essa atitude desastrosa, o prefeito conseguiu não apenas ofuscar o mérito da execução do projeto, como também despertar a ira da opinião pública macaibense, que passou a criticá-lo pelo ato de desonestidade.

Com efeito, o motivo da crítica não diz respeito ao ato de instalação das câmeras de segurança, mas, tão somente, a tentativa execrável de manipulação da opinião pública por parte do prefeito. Fernando Cunha não precisa disso. Ele cavou seu próprio buraco.

Por fim, aqui vai um recado para o médico:

Não adianta. Nada do que você faça ou diga poderá apagar o brilho da ver. Kátia Sena. O povo não está com você. O povo está com ela, da mesma forma que ela está com o povo.